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Ano novo. Vida nova?

O ano novo já começou. Esta é uma enorme oportunidade para colocarmos em prática todas aquelas resoluções de final de ano. Uma pequena minoria já começou, mas a grande maioria vai esperar até dezembro de 2013 para fazer novas resoluções e mais uma vez se frustrar diante das circunstâncias da sua vida. Você talvez conheça gente assim intimamente.

Mudar hábitos e pensamentos não é nada fácil, pois requer comprometimento alto e disciplina. Acredite em mim.

Eu tenho feito uma tremenda pesquisa junto aos maiores filósofos, pensadores e coaches da história sobre o sucesso e como as pessoas podem melhorar suas vidas. O meu propósito é levar até você o que poderia ser mais facilmente entendido nesse momento, já que este trabalho demanda uma enorme quantidade de horas. Para mim durou cerca de 4 anos. Então para poder contribuir no nível máximo eu trouxe um fragmento de um texto escrito por Friedrich Nietzsche.

Nietzsche escreveu: “Examinem a vida das pessoas e dos povos mais brilhantes e mais produtivos e perguntem a si próprios: se uma árvore que deve alcançar uma altura invejável pode prescindir do mau tempo e das tempestades e se o infortúnio e a resistência externa, alguns tipo de ódio, a inveja, a obstinação, a desconfiança, a insensibilidade, a avareza e a violência fazem, ou não, parte das condições favoráveis sem as quais qualquer grande progresso, mesmo o da virtude, quase nunca é possível.”

Alain de Bottom explica em Consolações da Filosofia que segundo Nietzsche os mais satisfatórios projetos humanos pareciam inseparáveis de um certo grau de tormento. Estranhamente as origens de nossas maiores alegrias pareciam residir junto àquelas de nossos maiores sofrimentos.

Porquê? Porque ninguém é capaz de produzir uma grande obra de arte sem ter experiência , ou alcançar uma posição social de uma hora para outra, ou ser um grande amante na primeira tentativa. E no intervalo entre o fracasso inicial e o sucesso subsequente , no espaço de tempo que separa a pessoa que um dia queremos ser e a pessoa que somos no momento, devem vir a dor, a ansiedade, a inveja e a humilhação. Nós sofremos porque não conseguimos espontaneamente conhecer a fundo os ingrediente da satisfação, explica o filósofo.

Pense e reflita sobre o tema acima e tenho certeza de que se sentirá mais inspirado a prosseguir em sua própria jornada.

Você não precisa dar saltos. Tudo o que tem a fazer é caminhar na direção daquilo que você se propôs a atingir. Acredite que pode e assim será.

 

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