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A escolha da profissão

O propósito deste post é contribuir com profissionais e principalmente estudantes que pretendem fazer o VESTIBULAR. A escolha da profissão deveria ser feita com muito critério e sabedoria, pois neste momento o seu DESTINO está sendo moldado. No entretanto, milhares de pessoas ingressam, anualmente, no mercado de trabalho exercendo atividades que não gostariam de estar realizando. Com a prática do coaching e através do Programa Second  Chance, percebi que a grande maioria das pessoas desconhecem seus talentos, valores, missão e propósito de vida. Isto explica um pouco o aumento de casos de depressão no ambiente profissional.

Segundo uma pesquisa realizada recentemente pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), “um em cada quatro profissionais brasileiros apresenta sintomas do distúrbio depressão pós-férias. A pesquisa ouviu 540 profissionais que haviam acabado de voltar de férias, de ambos os gêneros e com idade entre 25 e 60 anos, e constatou que 124 deles manifestaram alguns dos sintomas típicos, por exemplo: sintomas físicos — como dores musculares, dor de cabeça, cansaço constante e insônia — até psicológicos, como angústia, ansiedade e raiva. Esta pesquisa também revelou que o principal motivo dos portadores da depressão pós-férias, cerca de  93%, apontaram a insatisfação profissional”.

Donald Trump, por exemplo, afirma que você deve estar apaixonado pelo que faz, se quiser ter sucesso e se sentir realizado. Ele conta algo que seu pai disse e ele considera, absolutamente, verdadeiro. O pai de Trump dizia: “Eu posso trabalhar 7 dias na semana, pois não parece trabalho, porque eu amo o que faço.” Trump recomenda que se você não gosta do que faz, deve procurar outra coisa para fazer ou faça algo do que gosta, pelo menos em tempo parcial, até que possa um dia fazê-lo em tempo integral.

Você nuca terá sucesso, felicidade e alegria se você não ama o que faz.” Trump pede para você pensar bastante sobre isso. E dá um exemplo, caso você se sinta frustrado, dizendo que há duas maneiras de se observar esta situação. Para ele frustração pode significar que você tem expectativas muito altas a respeito de algo ou pode ser uma indicação de que você deveria ou poderia estar fazendo mais.

Donald Trump recomenda que você use a frustração como um motivador para te levar aonde você quer estar, ao invés de te deixar onde você não quer ficar. Mas, segundo o empresário, o mais importante é que você esteja apaixonado, pois este é o melhor caminho para o sucesso, independente de qual seja o seu interesse.

O que Trump nos diz parece traduzir o segredo para uma vida cheia de significado, prosperidade e plenitude. As pessoas que fazem o seu trabalho com alegria, dedicação e entusiasmo são nitidamente mais felizes e realizadas.

O escritor Randy Gage, autor de vários best-sellers, escreveu em seu livro “6 Lições para atrair a Prosperidade”, que todos nós devemos nos dedicar a um trabalho pelo qual sejamos apaixonados. Um trabalho que nos faça saltar da cama pela manhã, prontos para arregaçar as mangas.

Eu acredito piamente no que Trump e Gage disseram e a grande verdade é que para ter sucesso você deve superar as expectativas, você deve ser o divisor de águas, pois ser apenas bom não é o suficiente. Não mais. Quem se conforma com bom não vai muito longe. O bom deve te incomodar, ele deve te impulsionar a fazer muito, muito mais do que tem feito.

Para isso, é preciso estar apaixonado pelo que faz e querer fazer mais, como uma obsessão. A diferença entre as pessoas de vida sem sentido e aquelas cuja vida é cheia de sentido é justamente as obsessões que têm.

A grande maioria das pessoas não compreendem isso. Elas reclamam de falta de oportunidades e falta de sorte e não percebem a longa caminhada daqueles que começaram bem atrás com um sonho debaixo do braço e muita vontade de vencer. Muitos empreendedores de sucesso começaram sem nada, absolutamente nada e hoje quando vemos os seus resultados não entendemos como conseguiram chegar tão longe. E é aqui que se ouve: “Fulano teve sorte na vida…”

Mas a a verdade é: “Ame o que faz.”

4 Comentários »

  1. Cláudia Maia disse:

    Amar o que se faz tem um valor especial. Tema que complementa a ideia de se ter um norte na escolha profissional. Você foi muito assertivo quando disse no comentário que com frequencia é feito por muitos, “Fulano teve sorte na vida”. Afinal, a sorte é um conjunto de fatores e, entre eles, estão a oportunidade que a vida oferece; a capacidade de perceber essa oportunidade e transformá-la em algo positivo e produtivo.
    Parabéns pela escolha dos temas!!!

    • Julio Panzariello disse:

      Oi Cláudia!

      Muito obrigado pela sua participação e saiba que concordo plenamente contigo.

      Sua participação é sempre importante!

  2. Márcia Lorens disse:

    Bom dia Julio,

    Adorei seu artigo. Tenho certeza que seu trabalho na área educacional irá ajudar muitos adolescentes que se encontram perdidos na hora de escolher sua profissão. O que consequentemente irá gerar profissionais mais capazes e felizes no futuro, bem diferente do que ocorre hoje, onde há uma péssima prestação de serviços em quase todos os setores. Sucesso na sua jornada.

    • Julio Panzariello disse:

      Oi Márcia!

      Este post tem muito a ver com aquilo que conversamos em seu escritório, há alguns dias. Eu tenho plena convicção que poderíamos formar melhores profissionais utilizando tecnologia específica para identificação de talentos, missão e valores de cada um. Esta é a minha proposta com o coaching.

      Muito obrigado pela sua participação!

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